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kinhas

16
Fev19

Loulé [é] Criativo!


Hoje vou-vos falar num projeto criado pela Câmara Municipal de Loulé que é de se tirar o chapéu, o projeto "Loulé Criativo", é dos projetos mais enriquecedores do Distrito de Faro, na medida em que quem os visita seja para fazer as pequenas experiências criativas ou até mesmo para as oficinas, tem a oportunidade de aprender experiências tradicionais de outros tempos, como por exemplo, a empreita, a arte do relojoeiro, trabalhar com o barro...

 

 

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"Loulé Criativo", subdivide-se no "Turismo Criativo" e no "ECOA" (Espaço de Criatividade, Ofícios e Artes).

O "Turismo Criativo", é basicamente workshops de vários temas que podem interessar a toda a população portuguesa ou até mesmo estrangeira que nos visita. Das várias experiências criativas que se realizam no "Turismo Criativo", as três mais interessantes, na minha opinião, são pintura em azulejo, que se está a realizar ao longo do dia de hoje, o workshop de empreita e ainda adorei a ideia de integrarem o Carnaval de Loulé, também nesta iniciativa e, nessa experiência temos oportunidade de ter uma visita guiada pelo armazém onde se confecionam os carros alegóricos, fazer uma coroa com flores de papel colorido e ficar a conhecer o processo de confeção dos fatos de Carnaval. Giríssimo!

Já o "ECOA" é constituído por formações, laboratório, Rede de Oficinas, Residências Criativas e Eventos. Ao nível da formação, tem agora disponível três formações, onde nos dão em uma delas, a oportunidade de confecionar "bonecos de pano representativos do mundo rural algarvio, onde cada figura faz alusão às tarefas desempenhadas pelas gentes do interior, constituindo verdadeiras peças de etnografia local", tendo como formadora Filipa Faísca de Sousa.

 

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O "Loulé Design Lab" é um laboratório de criação, integrado no "ECOA", onde são disponibilizadas condições para a formação e fixação de uma comunidade criativa, onde faz o acolhimento e a incubação de criadores em espaços de coworking, a promoção de projetos de investigação aplicada à produção local, com um laboratório de criação e desenvolvimento de produtos, uma rede de oficinas parceiras com residências artísticas, workshops, conferências e exposições.

O mais interessante no "ECOA" para mim é sem dúvida, a "Rede de Oficinas", em que todas as oficinas têm um fundamento, dar continuidade a estas atividades que se ninguém se interessar futuramente, terá como tendência um fim de uma profissão tão importante na nossa região. Esta Rede disponibiliza cinco oficinas, a "Casa da Empreita", "Oficina dos Caldeireiros", "Oficina do Relojoeiro", "Oficina do Barro" e a "Oficina dos Cordofones".

 

 

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Os eventos desenvolvidos ao nível do "ECOA", passa por dar a conhecer os trabalhos desenvolvidos nos workshops, cursos, laboratório e oficinas, sendo que agora apenas estão expostos no Designer Outlet Algarve, no entanto, já estiveram anteriormente em várias edições do Algarve Design Meeting.

 

Espero com isto despertar a vossa parte criativa e às entidades competentes, dar a conhecer que há muito público para este tipo de iniciativa, público este que tem todo o interesse que dêem o devido valor às artes e oficios e que acima de tudo não deixem "morrer" certas tradições.

 

Fontes de imagem e informação, site

09
Fev19

A Bauhaus é Centenária!


A primeira instituição de ensino a quebrar as fronteiras e aquela que foi a escola pioneira na fusão da arte, o design e a arquitetura. Uma escola criada por um sargento da Primeira Guerra Mundial, que surgiu em um dos países aliados da Primeira Grande Guerra e aquela que nós estudamos na disciplina de História da Arte.

 

 

 

Fundada há 100 anos pelo arquiteto alemão Walter Gropius, a Escola Bauhaus deixou marcas profundas que nos chegaram aos dias de hoje.

Nos quase 14 anos de existência, a Bauhaus revolucionou o pensamento criativo e artístico e a criatividade em todo o mundo, como tal, é impossível falar da Bauhaus sem citar os seus fatos históricos.

Em 1916, enquanto ainda servia como sargento na Primeira Guerra Mundial, Walter Gropius propôs a criação de uma instituição de ensino que fornecesse orientação artística à indústria, ao comércio e ao artesanato, o que resultou na sua nomeação como mestre da Academia de Belas Artes de Weimar, na Alemanha, em 1919. Meses depois, ele conseguiu aprovar a fusão da academia com a Escola de Artes e Ofícios, fundando então a Escola Bauhaus.

 

A Bauhaus propôs uma combinação de ensino. O coração da educação do designer foi a experimentação e o design nas oficinas da Bauhaus, onde a separação do trabalho e do ensino foi amplamente abolida. Cada disciplina tinha sua própria oficina: cerâmica, tecelagem, carpintaria, metal, gráfica, oficina de palco, oficina de pintura em vidro e parede. Em cada oficina havia alguém responsável pelos aspectos técnicos e que cuidava dos lados estético-criativos. Mais tarde foram adicionadas, as oficinas de fotografia e publicidade, bem como uma educação arquitetónica regulamentada.

Após três anos de estudos, o aluno era submetido a uma prova diante dos professores para conseguir o diploma. Uma segunda fase, com oficinas e cursos focados em construção, garantia o título de mestre.

 

Esquema para a construção do ensino na Bauhaus, desenhado por Walter Gropius, 1923.

 

Como professores Walter Gropius havia contratado um número de artistas bem conhecidos, professores importantes como Ludwig Mies van der Rohe, Wassily Kandinsky, Oskar Schlemmer,  Johannes Itten, Lyonel Feininger, Gerhard Marcks Paul Klee e László Moholy-Nagy.

 

Poster para a exposição Bauhaus em Weimar 1923, design: Joost Schmidt

 

Para fugir da onda conservadora de Weimar, a escola muda-se em 1925 para Dessau. Walter Gropius aproveitou a oportunidade para projetar um edifício que representasse os ideais defendidos pela Bauhaus, como a estética ligada à funcionalidade e a economia de materiais. A enorme fachada de vidro, totalmente inovadora, permitia a ventilação e a iluminação naturais nos ateliês. Todos os elementos decorativos, como móveis e candeeiros, foram projetados e executados durante as oficinas.

 

O edifício Bauhaus em Dessau do noroeste, Arquitectura: Walter Gropius / Foto: Lucia Moholy, 1926

 

Em 1928, Walter Gropius abandona o cargo de diretor e nomeia o suíço Hannes Meyer como seu sucessor. Sob o novo comando, a escola focou na produção de móveis em larga escala e na construção de conjuntos habitacionais populares. Dois anos depois, Hannes Meyer é demitido, e quem assume o cargo é o alemão Mies van der Rohe. Com a ascensão do regime nazista, a escola passa a ser perseguida sob a acusação de espalhar ideais esquerdistas.

Como última tentativa de sobrevivência, Mies Van der Rohe muda a sede para Berlim em 1932. Mas pouco mais de um ano depois, a escola é fechada de vez, forçando diversos professores e alunos a fugir da Alemanha. Essa diáspora fez com que os ideais da Bauhaus se transformassem no movimento modernista que ainda hoje é falado nos cursos de Artes.

Ao longo deste ano, com a comemoração dos 100 anos, a Bauhaus irá renascer com alguns eventos.

 

Fontes de imagem e informação, site site

04
Fev19

De regresso! Eu e o meu novo EU


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Pouco mais de seis meses sem vos postar nada é imperdoável.

Pode-se dizer que nos últimos três meses deste tempo tive a maior viagem da minha vida, onde descobri que a vida é das maiores preciosidades que Deus nos deu. Onde descobri que nada acontece por acaso, que a nossa vida é como um puzzle onde tudo se encaixa e no fundo, no fundo temos que vivê-la da melhor forma que conseguirmos sem desperdiçar um minuto. Este período não foi fácil, nada mesmo, quero esquecer todos aqueles períodos menos bons, mas jamais vou esquecer todos os valores que estes momentos me transmitiram. Aprendi realmente o verdadeiro significado da palavra GRATIDÃO, aprendi que se vivemos em comunidade é porque realmente não nos podemos fechar numa carapaça e viver na solidão sem pedir ajuda naqueles momentos. Aprendi que devemos ter todos os dias pelo menos meia-hora de meditação para nos encontrarmos connosco mesmos ou até mesmo com Deus (para quem acredita, claro). Aprendi tanto mas tanto que até dói só de pensar.

Aprendi também que "para trás mija a burra", como tal, como forma de me mimar aqui está o regresso neste meu projeto.

Obrigada Alda, do fundo do coração por tudo o que tens feito comigo...

Não me vou esconder mais neste blog, o meu nome é Mónica Neves Pereira e estou cá para vos postar aquilo do qual eu gosto (arquitetura, artes, design) e um pouco da minha vida.

Aos poucos vou-vos falando mais de mim e das minhas experiências. Pode ser que vos ajudem em algum momento das vossas vidas.

 

A imagem foi retirada do meu site preferido de imagens gratuitas Pexels.

14
Jul18

Vários motivos para ser feliz!


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Ainda não vos postei esta importante informação, ESTOU OFICIALMENTE DE FÉRIAS, amanhã será o MEU ANIVERSÁRIO e irá terminar o Mundial 2018 de futebol. E depois? Reconheço que o fato de estar de férias não irá contribuir para a vossa felicidade, no entanto, terei mais tempo para vir ao blog e isso é bom, claro. O meu aniversário, é meu é certo, no entanto, significa que a minha maturidade está a aumentar, ou não... O fato do Mundial 2018 terminar amanhã, nem é bom nem é mau para nós Portugueses, a não ser para aqueles que veneram o futebol. Bom, bom teria sido Portugal na final, não o sendo possível, vamos ver qual será o país vencedor este ano, se a França ou a Croácia. Não sendo o meu país, fiquem a saber que irei torcer pela França.

Ahh e vou estar de férias no Algarve, com uma curta passagem por Almada.

 

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Fotos capturadas por Kinhas

30
Jun18

Arte contemporânia com papel


Excelente trabalho o de Li Hongbo, o artista chinês de arte contemporânia, nascido em Jilin, em 1974, tem na originalidade dos seus trabalhos o seu maior trunfo para o sucesso.

É impossível ficar indiferente às suas esculturas que ganharam inspiração nos tradicionais candeeiros chineses de papel, com a antiga técnica honeycomb (favo de mel) vista na fabricação de cabaças de papel na China.

A originalidade nos trabalhos é a técnica usada de forma a que as esculturas se expandam, contraiam e retraiam, tornando os trabalhos de Li Hongbo únicos e inconfundíveis.

 

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Depois destas imagens não há muito mais a dizer, apenas que as imagens foram retiradas no seguinte link

25
Jun18

Força Portugal! Conquista o Sonho...


A Seleção Portuguesa e o Europeu de Futebol já nos deram muito orgulho, quando sem pensarmos que seria possível, o nosso pequeno país deu-nos uma Vitória.

Sem tirar o mérito aos outros jogadores, o motor da equipa, aquele que, no Europeu foi rodeado por borboletas em campo, está a fazer um excelente trabalho.

 

Este ano vamos acreditar numa Vitória no Mundial de Futebol. FORÇA PORTUGAL. 

 

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13
Jun18

Caiações do 'Moinho Barroco'


Hoje vamos até ao Alentejo, mais precisamente ao Moinho Barroco em Arraiolos. Lá bem nesse sítio podemos encontrar as Casas Caiadas, três lindas casas de aparência alentejana que um casal de Lisboa conseguiu recuperar para turismo rural. Quase parece que estamos num cenário de presépio. Está muito bem conseguida a forma como aliaram a arquitetura tradicional, com objetos e materiais tradicionais com mobiliário minimalista. Está simples e dá vontade lá viver.

Este é um projeto de Pereira Miguel Arquitectos.

As fotografias são de Fernando Guerra | FG+SG, Rute Raposo.

 

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Autoria das imagens, Fernando Guerra | FG+SG, Rute Raposo.

11
Jun18

Casa Wrap


É isso mesmo que podem ler no título do post. O projeto Wikkelhouse foi pensado e criado no estúdio Holandês Fiction Factory e trata-se de um novo modelo de micro-habitação que segundo os criadores tem uma vida útil de pelo menos 50 anos.

A casa é feita de papelão ondulado em várias camadas unidas por uma cola ecológica, cada segmento está protegido por uma película respirável à prova de água que por fim é preparado com painéis de madeira.

Uma obra bastante interessante para quem procura habitações ecológicas.

 

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Fontes de imagem, site.

09
Jun18

O mini estúdio de uma artista


No centro de Tel Aviv, existe uma artista com um estúdio com apenas 18m2, mas não se pode dizer que seja pequeno, porque todo o mobiliário construído foi feito e pensado ao pormenor e por isso tornou este espaço em algo único. 

As gavetas foram pensadas para armazenamento dos trabalhos agrupados criteriosamente. Tem também uma porta corrida que serve como expositor dos trabalhos e que ora esconde uma estante, ora esconde uma cama abatível.

Acredito que este tenha sido um projeto ambicioso para os arquitetos que o conceberem porque afinal de contas quando se faz projetos em que as dimensões são limitadas, tem que se pensar em todas as possibilidades e neste caso, os arquitetos Raanan Stern e Shany Tal estão de parabéns pelo resultado final.

 

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Fontes de informação e imagem, página designbloom.

07
Jun18

Paraíso em Santorini


Portugal tem sítios lindíssimos para ver, mas onde me apetecia estar hoje mesmo era em Santorini, na Grécia.

Santorini transmite paz de espírito, com as suas casinhas brancas com alguns elementos azuis que dão ao azul do mar Egeu uma profundidade inesgotável.

Na parte mais alta de Santorini, está instalado o condomínio Aenaon Villas, com a sua luxuosa simplicidade.

Se me dessem a escolher um sítio para morar uns dias, seria este de certeza.

As imagens falam por si...

 

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Fontes de imagem, site.

29
Mai18

Quando o que é nosso pertence ao mundo


Portugal tem muitas coisas desejadas pelos que cá nos visitam. Tem o nosso litoral, o nosso interior, a nossa Lisboa, o nosso Porto, o nosso Alentejo, o nosso Algarve, o nosso Fado, o nosso clima, a nossa gastronomia, etc, etc... Levava aqui a enumerar uma infinidade de coisas boas que temos. Mas é através das nossas tradições que vos quero cativar. Do nosso artesanato, da nossa cerâmica, da nossa tecelagem e da Casa Cubista.

Porquê esta conversa toda? Porque a Casa Cubista, um nome bastante português e originário de Olhão, é uma empresa criada por dois canadianos que vieram de Toronto conquistados pelas nossas tradições e decidiram criar, recriar e inventar novas peças com os nossos materiais, inspirados em objetos que fazem parte da nossa história. Tudo feito pelas mãos destes dois canadianos.

Estou completamente rendida a estes trabalhos.

 

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Fontes de informação e imagem, páginas Casa Cubista.

27
Mai18

Moradia Terras


Um bom exemplo de arquitetura portuguesa, a Moradia Terras, resultou de uma reabilitação urbana. Agora que está muito em voga a reabilitação de casas antigas aproveitando a fachada e dando-lhes um aspeto mais moderno, este é um resultado final que resultou muito bem.

Esta moradia situada no bairro de Belém em Lisboa teve o seu projeto concebido pelo atelier de arquitetura Colectivo Cais, em que aliou a sua fachada de azulejos tradicionais com uma ampliação minimalista.

 

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Fontes de fotografias Francisco Nogueira em Plataforma de Arquitectura.

26
Mai18

8º Algarve Design Meeting


Hoje termina mais um Algarve Design Meeting na Antiga Fábrica da Cerveja, em Faro. Há oito anos que não perco este evento ao nível das exposições e conferências.

Ainda não tive oportunidade de assistir ao show de VideoMapping que se faz habitualmente na Igreja da Sé, em Faro. Poderão ver o videoMapping arquivado aqui.

Ainda não vai ser este ano, esperemos que seja no próximo ano sem falta.

 

Aqui ficam algumas das fotografias que tirei do evento deste ano.

 

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16
Mai18

Rótulo do Vinho


Porque a primeira impressão é a que fica quando olhamos para um produto que ainda não conhecemos. É o rótulo que nos vai dar vontade de o adquirir ou não. No outro dia estava no hipermercado e dei por mim a observar o rótulo de um vinho e pensar quão luxuosa estava a sua conceção. Não sendo apreciadora de vinho, dei por mim, a pensar se o deveria adquirir ou não só pelo rótulo. Acabei por apenas o fotografar.

Bem sabem que os rótulos e o design gráficos têm uma ligação muito estreita, portanto também se entende um pouco a minha vontade, uma vez que o design está-me no sangue.

Para compreenderem aquilo que me fascina, aqui vos vou selecionar alguns bons rótulos de empresas portuguesas.

 

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Estes rótulos foram desenhados pelas duas empresas Rita Rivotti e Wine Shine.

13
Abr18

’Tree Hopper’, humanização em casulo


Que projeto lindo visualmente e útil numa grande cidade. Cidades cansativas com o seu movimento e poluição sonora, este é um projeto louvável, onde quem gostava de subir às árvores em criança, vai adorar subir e ficar a contemplar a paisagem, descansar ou até mesmo utilizar o wi-fi.

Este projeto, Tree Hopper, de OTCO architects, foi o premiado com um merecido 1º lugar do Triumph Architectural Treehouse Award 2014.

 

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11
Abr18

Janelas, janelinhas, janelonas...


Sou fã de janelas amplas, porque são elas que nos dão luz como se estivéssemos ao ar livre, são elas que nos dão mais liberdade em espaços fechados. Depois de descobrir o projeto "A Casa Janela", um projeto para uma casa de habitação em Kuala Lumpur, na Malásia, fiquei ainda mais rendida a estes orifícios tão importantes para a entrada do sol no nosso habitat.

Fiquem com este projeto de 2017, com 900 m² de área (coisa pouca), dos arquitetos FORMZERO, tendo como arquiteto responsável Cherng Yih Lee. 

Fiquem com as fotografias de Ronson Lee - Twins Photography.

 

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10
Abr18

Entre provas e passeio.


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No último post informei-vos que me estaria a preparar para uma prova, pois bem, não era apenas uma prova que tinha para ontem, mas sim duas. Então como tive que optar entre se iria a uma ou a outra, acabei por optar por uma que pouco ou nada estudei, por ser mais apelativa para mim. Se me correu bem? Nem sei bem. Apenas sei que depois da tortura de uma hora fechada numa sala, tive tempo e vontade de passear por Silves.

Posso-vos dizer que vivendo a 70 quilómetros de Silves, ainda não tinha tido oportunidade de lá ir e fiquei encantada.

 

"Saúda por mim ABakr

os queridos lugares de Silves

e diz-me se deles a saudade

é tão grande quanto a minha

al-Mutamid

séc. XI"

Inscrição em azulejo em uma das habitações de Silves

 

Seguem algumas das fotografias que tirei.

 

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30
Mar18

O caminho de Cachopo


Não me tenho esquecido de vocês, não, não tenho. Apenas não tenho postado nada porque tenho andado um pouco ocupada. Os motivos de tanta ocupação? É uma prova que vou fazer dentro em breve, que mete legislação e mais legislação. Enfim uma agonia mas tem que ser.

Hoje para fugir um pouco à rotina foi dia de passear e o destino foi Cachopo.

E perguntam-me, porquê Cachopo? Porque seguindo o estudo da minha árvore genealógica descobri que a minha bisavó paterna nasceu em Cachopo e tive curiosidade de conhecer um pouco dessa origem. Então, por entre colinas, montes, vales, curvas e mais curvas da Serra do Caldeirão, consegui chegar a Cachopo. O que dizer desta terra... pareceu-me uma Aldeia muito humilde, com ruelas estreitas,algumas casas de pedra, ruas de Xisto, em que impera uma tranquilidade e pureza tremenda. Pena ser tão longe, uma vez que, no ar o cheiro é da natureza, nesta aldeia não há a poluição a que estamos habituados.

Seguem algumas fotografias que tirei da Serra do Caldeirão e do próprio Cachopo.

 

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19
Mar18

Lisboa, no passado sábado, estava magestosa...


... ou melhor não estará sempre magestosa? Lisboa é magestosa e ontem tive o privilégio de visitá-la. Sim é uma raridade uma vez que a minha origem é Algarvia.

É com este post que faço a minha estreia neste blog. As fotograficas publicadas neste post são minhas e retratam um pouco da minha visita.

 

 

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É assim que me despeço por agora. 

 

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