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kinhas

11
Mai19

Na Praça de Olhão respira-se arte


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Quem vai comprar o peixe na Praça de Olhão, não fica de certo indiferente à decoração das paredes que, acima de alvenaria de tijolo, se pode ver uma exposição de pintura do artista Olhanense, José Henrique Rodrigues e abaixo, os já famosos azulejos pintados em 2004, pelo artista António Costa Pinheiro.

Um lugar de passagem para milhares de pessoas que passam todas as semanas naquele espaço para fazer as suas compras é decerto um dos melhores locais de visibilidade da cidade de Olhão para integrar exposições. Não conhecia esta versatilidade usada neste famoso Mercado e digo-vos que tem um bom impacto para quem ali passa, não só para dar a conhecer aquilo que de melhor fazem os "filhos da terra", mas também para valorização das artes. Os meus aplausos para esta iniciativa que está integrada no 101.º Aniversário dos Mercados Municipais de Olhão.

 

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Fotos capturadas por Kinhas

 

28
Abr19

Como era o ano 2000 aos olhos de artistas de 1899!


 

En L'An 2000, nome dado a uma série de imagens francesas de pelo menos 87 cartões conhecidos, que retrata os possíveis avanços científicos que vários artistas franceses, entre eles, Jean Marc Côté, imaginavam entre os anos 1899 e 1910, ser a realidade no ano 2000. Dezanove anos se passaram, após o ano 2000.

As ilustrações tinham como objetivo a exibição na Exposição Universal de 1900, em Paris, mas por falta de verba, foi descontinuada e só foi redescoberta pelo escritor futurista Isaac Asimov, que as publicou no livro "Futuredays: A Nineteenth Century Vision of the Year 2000".

Muitas ilustrações serviram para 'decorar' caixas de cigarros e charutos e posteriormente postais.

Nesta série de ilustrações, há realidades que poderão lá estar, agora em outras nem tanto, no entanto, não deixa de não ser interessante ver a imaginação daqueles que viveram em outra época. Quem de nós por vezes não se põe a tentar imaginar como será o futuro.

Eu já o fiz, mas nunca saberei se irá ser assim na realidade...

 

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Fontes de imagem e informação disponíveis na página

16
Mar19

Ilustrações de André Letria em Olhão


Terminou ontem, mais uma exposição temporária na Biblioteca Municipal de Olhão, esta ligada ao Mar, teve no seu objetivo dar a conhecer, aos Olhanenses e a todos os que os visitam, os trabalhos do ilustrador português André Letria. Tive o prazer de a poder comtemplar no passado mês de fevereiro, embora pequena, deu para ficar a conhecer estes trabalhos deste ilustrador português.

 

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André Letria, está descrito na biografia da Wikipédia como tendo nascido em 1973 em Lisboa.

Frequentou o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Desde 1992 que trabalha como ilustrador, contribuindo com ilustrações para livros infantis e várias publicações periódicas como O IndependenteJornal de Letras ou as revistas LivrosVisão ou Ícon.

Ganhou diversos prémios e tem livros publicados em países como Estados Unidos, Brasil, Espanha e Itália. André Letria participou ainda em diversas exposições, como a Bienal de Bratislava, a Exposição de Ilustradores da Feira de Bolonha, a Sarmede e a Ilustrarte.

Além da ilustração de livros, realizou também filmes de animação e trabalhou em cenários para teatro. No ano de 2012, foi convidado para fazer parte do júri do Prémio Digital da Feira do Livro Infantil de Bolonha. Em 2010 criou a editora Pato Lógico, dedicada essencialmente à edição de livros infantis."

 

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Fotos capturadas por Kinhas

16
Fev19

Loulé [é] Criativo!


Hoje vou-vos falar num projeto criado pela Câmara Municipal de Loulé que é de se tirar o chapéu, o projeto "Loulé Criativo", é dos projetos mais enriquecedores do Distrito de Faro, na medida em que quem os visita seja para fazer as pequenas experiências criativas ou até mesmo para as oficinas, tem a oportunidade de aprender experiências tradicionais de outros tempos, como por exemplo, a empreita, a arte do relojoeiro, trabalhar com o barro...

 

 

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"Loulé Criativo", subdivide-se no "Turismo Criativo" e no "ECOA" (Espaço de Criatividade, Ofícios e Artes).

O "Turismo Criativo", é basicamente workshops de vários temas que podem interessar a toda a população portuguesa ou até mesmo estrangeira que nos visita. Das várias experiências criativas que se realizam no "Turismo Criativo", as três mais interessantes, na minha opinião, são pintura em azulejo, que se está a realizar ao longo do dia de hoje, o workshop de empreita e ainda adorei a ideia de integrarem o Carnaval de Loulé, também nesta iniciativa e, nessa experiência temos oportunidade de ter uma visita guiada pelo armazém onde se confecionam os carros alegóricos, fazer uma coroa com flores de papel colorido e ficar a conhecer o processo de confeção dos fatos de Carnaval. Giríssimo!

Já o "ECOA" é constituído por formações, laboratório, Rede de Oficinas, Residências Criativas e Eventos. Ao nível da formação, tem agora disponível três formações, onde nos dão em uma delas, a oportunidade de confecionar "bonecos de pano representativos do mundo rural algarvio, onde cada figura faz alusão às tarefas desempenhadas pelas gentes do interior, constituindo verdadeiras peças de etnografia local", tendo como formadora Filipa Faísca de Sousa.

 

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O "Loulé Design Lab" é um laboratório de criação, integrado no "ECOA", onde são disponibilizadas condições para a formação e fixação de uma comunidade criativa, onde faz o acolhimento e a incubação de criadores em espaços de coworking, a promoção de projetos de investigação aplicada à produção local, com um laboratório de criação e desenvolvimento de produtos, uma rede de oficinas parceiras com residências artísticas, workshops, conferências e exposições.

O mais interessante no "ECOA" para mim é sem dúvida, a "Rede de Oficinas", em que todas as oficinas têm um fundamento, dar continuidade a estas atividades que se ninguém se interessar futuramente, terá como tendência um fim de uma profissão tão importante na nossa região. Esta Rede disponibiliza cinco oficinas, a "Casa da Empreita", "Oficina dos Caldeireiros", "Oficina do Relojoeiro", "Oficina do Barro" e a "Oficina dos Cordofones".

 

 

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Os eventos desenvolvidos ao nível do "ECOA", passa por dar a conhecer os trabalhos desenvolvidos nos workshops, cursos, laboratório e oficinas, sendo que agora apenas estão expostos no Designer Outlet Algarve, no entanto, já estiveram anteriormente em várias edições do Algarve Design Meeting.

 

Espero com isto despertar a vossa parte criativa e às entidades competentes, dar a conhecer que há muito público para este tipo de iniciativa, público este que tem todo o interesse que dêem o devido valor às artes e oficios e que acima de tudo não deixem "morrer" certas tradições.

 

Fontes de imagem e informação, site

09
Fev19

A Bauhaus é Centenária!


A primeira instituição de ensino a quebrar as fronteiras e aquela que foi a escola pioneira na fusão da arte, o design e a arquitetura. Uma escola criada por um sargento da Primeira Guerra Mundial, que surgiu em um dos países aliados da Primeira Grande Guerra e aquela que nós estudamos na disciplina de História da Arte.

 

 

 

Fundada há 100 anos pelo arquiteto alemão Walter Gropius, a Escola Bauhaus deixou marcas profundas que nos chegaram aos dias de hoje.

Nos quase 14 anos de existência, a Bauhaus revolucionou o pensamento criativo e artístico e a criatividade em todo o mundo, como tal, é impossível falar da Bauhaus sem citar os seus fatos históricos.

Em 1916, enquanto ainda servia como sargento na Primeira Guerra Mundial, Walter Gropius propôs a criação de uma instituição de ensino que fornecesse orientação artística à indústria, ao comércio e ao artesanato, o que resultou na sua nomeação como mestre da Academia de Belas Artes de Weimar, na Alemanha, em 1919. Meses depois, ele conseguiu aprovar a fusão da academia com a Escola de Artes e Ofícios, fundando então a Escola Bauhaus.

 

A Bauhaus propôs uma combinação de ensino. O coração da educação do designer foi a experimentação e o design nas oficinas da Bauhaus, onde a separação do trabalho e do ensino foi amplamente abolida. Cada disciplina tinha sua própria oficina: cerâmica, tecelagem, carpintaria, metal, gráfica, oficina de palco, oficina de pintura em vidro e parede. Em cada oficina havia alguém responsável pelos aspectos técnicos e que cuidava dos lados estético-criativos. Mais tarde foram adicionadas, as oficinas de fotografia e publicidade, bem como uma educação arquitetónica regulamentada.

Após três anos de estudos, o aluno era submetido a uma prova diante dos professores para conseguir o diploma. Uma segunda fase, com oficinas e cursos focados em construção, garantia o título de mestre.

 

Esquema para a construção do ensino na Bauhaus, desenhado por Walter Gropius, 1923.

 

Como professores Walter Gropius havia contratado um número de artistas bem conhecidos, professores importantes como Ludwig Mies van der Rohe, Wassily Kandinsky, Oskar Schlemmer,  Johannes Itten, Lyonel Feininger, Gerhard Marcks Paul Klee e László Moholy-Nagy.

 

Poster para a exposição Bauhaus em Weimar 1923, design: Joost Schmidt

 

Para fugir da onda conservadora de Weimar, a escola muda-se em 1925 para Dessau. Walter Gropius aproveitou a oportunidade para projetar um edifício que representasse os ideais defendidos pela Bauhaus, como a estética ligada à funcionalidade e a economia de materiais. A enorme fachada de vidro, totalmente inovadora, permitia a ventilação e a iluminação naturais nos ateliês. Todos os elementos decorativos, como móveis e candeeiros, foram projetados e executados durante as oficinas.

 

O edifício Bauhaus em Dessau do noroeste, Arquitectura: Walter Gropius / Foto: Lucia Moholy, 1926

 

Em 1928, Walter Gropius abandona o cargo de diretor e nomeia o suíço Hannes Meyer como seu sucessor. Sob o novo comando, a escola focou na produção de móveis em larga escala e na construção de conjuntos habitacionais populares. Dois anos depois, Hannes Meyer é demitido, e quem assume o cargo é o alemão Mies van der Rohe. Com a ascensão do regime nazista, a escola passa a ser perseguida sob a acusação de espalhar ideais esquerdistas.

Como última tentativa de sobrevivência, Mies Van der Rohe muda a sede para Berlim em 1932. Mas pouco mais de um ano depois, a escola é fechada de vez, forçando diversos professores e alunos a fugir da Alemanha. Essa diáspora fez com que os ideais da Bauhaus se transformassem no movimento modernista que ainda hoje é falado nos cursos de Artes.

Ao longo deste ano, com a comemoração dos 100 anos, a Bauhaus irá renascer com alguns eventos.

 

Fontes de imagem e informação, site site

30
Jun18

Arte contemporânia com papel


Excelente trabalho o de Li Hongbo, o artista chinês de arte contemporânia, nascido em Jilin, em 1974, tem na originalidade dos seus trabalhos o seu maior trunfo para o sucesso.

É impossível ficar indiferente às suas esculturas que ganharam inspiração nos tradicionais candeeiros chineses de papel, com a antiga técnica honeycomb (favo de mel) vista na fabricação de cabaças de papel na China.

A originalidade nos trabalhos é a técnica usada de forma a que as esculturas se expandam, contraiam e retraiam, tornando os trabalhos de Li Hongbo únicos e inconfundíveis.

 

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Depois destas imagens não há muito mais a dizer, apenas que as imagens foram retiradas no seguinte link

29
Mai18

Quando o que é nosso pertence ao mundo


Portugal tem muitas coisas desejadas pelos que cá nos visitam. Tem o nosso litoral, o nosso interior, a nossa Lisboa, o nosso Porto, o nosso Alentejo, o nosso Algarve, o nosso Fado, o nosso clima, a nossa gastronomia, etc, etc... Levava aqui a enumerar uma infinidade de coisas boas que temos. Mas é através das nossas tradições que vos quero cativar. Do nosso artesanato, da nossa cerâmica, da nossa tecelagem e da Casa Cubista.

Porquê esta conversa toda? Porque a Casa Cubista, um nome bastante português e originário de Olhão, é uma empresa criada por dois canadianos que vieram de Toronto conquistados pelas nossas tradições e decidiram criar, recriar e inventar novas peças com os nossos materiais, inspirados em objetos que fazem parte da nossa história. Tudo feito pelas mãos destes dois canadianos.

Estou completamente rendida a estes trabalhos.

 

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Fontes de informação e imagem, páginas Casa Cubista.

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